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Traçados de pintura

CADEIRA Nº 42
Patrono Marcelo Gama

Marcelo Gama, pseudônimo de Possidônio Cezimbra Machado, nasceu em Mostardas/RS, em 03 de março de 1878; e faleceu no Rio de Janeiro/RS, em 03 de julho de 1915. Em 1894, como caixeiro no comércio de Porto Alegre/RS, fundou o quinzenário “Artes e Letras”. Em 1990, criou a revista “Lua”, em Cachoeira do Sul/RS, e, no ano seguinte, publicou, com pseudônimo de Marcellus, uma série de crônicas no Correio do Povo, de Porto Alegre/RS, sobre “O Salão de Artes da exposição estadual”. Escreveu peças de teatro de revista – encenadas em teatros de Porto Alegre/RS, e, em 1902, o livro “Via Sacra” e “O Almanaque literário e estatístico do Rio Grande do Sul”, “Versos de um coração” e “Ode à morte”, “Mulheres”, “Dormir”, “Via Sacra e outros poemas”, Inéditos e esparsos; e os textos não datados: “Vilancete”, ”Desordenados”, “A inteligência dos burros”, “A conflagração europeia” e “O elogio da mentira”. Foi redator do Jornal da Manhã, em 1908, quando Eduardo Guimarães veio ao jornal para tentar publicar seu soneto “Aos Lustres!, que foi inicialmente rechaçado por ser considerado jovem demais para tê-lo escrito. Morreu ao cair do bonde, nos trilhos do Engenho Novo, no Rio de Janeiro.

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